Lan Houses
   Dados da pesquisa

Como prometido anteriormente, estamos divulgando aqui os dados coletados em nossa pesquisa.

Foi questionado aos donos ou funcionários, em todas Lan houses visitadas, o período (horário) de maior frequência de usuários. Eis o resultado obtido:

Com 85,71%, podemos perceber que o horário preferencial de uso dessas Lan houses é pela manhã. Acreditamos que isso deve-se também ao fato de a maioria dos estabelecimentos oferecerem promoções nesse período do dia. 

Perguntamos também sobre os serviços mais utilizados, e a extensa maioria nos informou que o site de relacionamentos, Orkut, seguido do serviço de mensagens instantâneas on-line, MSN Messenger, são os prediletos; com 88,89% e 55,56%, respectivamente.

Apenas dois usuários afirmaram que têm preferência a outros serviços:

"Acesso mais sites de busca e meu e-mail, não tenho nem gosto do Orkut", disse Ismael Fábio Lima - estudante.

"Tenho Orkut, mas entro na internet mais pra olhar meu e-mail", afirmou Juliana Capozo - estudante.

Curiosamente, Andrea Laurinda - funcionária de uma Lan house - proferiu que muitos usuários não sabem nem ligar o computador, mas têm Orkut.

Observamos que há grande preocupação nesses estabelecimentos quanto à restrição a sites pornográficos. Em todos continham avisos alertando isso. E em apenas duas Lan houses havia também limitação em relação a alguns jogos inadequados para crianças, principalmente por causa do estímulo à violência contido nesses games.

 

 Por fim, indagamos a respeito dos preços cobrados pelo acesso à internet. A maioria cobra por hora. Confiram o resultado:

Percebemos que os preços mais cobrados são R$1,00 e R$1,50, havendo um empate entre eles.

Esperamos que tenham gostado da nossa pesquisa, e se possível gostaríamos de saber a opinião de vocês a respeito dela. Desde já, agradecemos o seu comentário!!!

 



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 08h52
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   Por dentro das Lan houses

É notória a vasta quantidade de Lan houses em nossa cidade (Feira de Santana - BA).

Em pesquisa realizada no dia 31 de Março de 2008 por ruas do Centro da cidade, encontramos com facilidade sete (07) estalecimentos que oferecem acesso à internet. Questionamos aos seus respectivos donos ou funcionários sobre os serviços mais utilizados pelos usuários, os horários com maior frequência, os preços cobrados pelo acesso e se havia alguma restrição durante o uso dos computadores. Aos usuários foi perguntado sobre quais serviços eles mais utilizavam.

Na rua Germiniano Costa, por exemplo, em um pequeno espaço percorrido encontramos quatro (04) Lan houses. Porém, em uma destas, a proprietária se intimidou ao questionamento e não nos forneceu todos os dados desejados, alegando medo que déssemos outro fim às informações fornecidas.

Na Lan house NetService, situada nesta mesma rua, a funcionária Andrea Laurinda nos informou a necessidade do aumento da hora cobrada, visto que o serviço de Banda Larga está mais acessível para as pessoas, havendo assim um decréscimo no uso da Lan house.

Curiosamente, na Galeria Cardio Center, situada na avenida Getúlio Vargas, encontramos uma Lan house que fornece curso de acesso à internet no qual é cobrada uma taxa de R$ 15,00 a hora/aula. A proprietária, Ana Peixoto, informou que ela mesma ministra as aulas.

Através desta pesquisa pudemos perceber que as Lan houses são freqüentadas por pessoas de idades variadas, e que em todas elas há uma significante restrição quanto ao acesso a sites pornográficos.

Em breve estaremos fornecendo, graficamente, os resultados obtidos nesta pesquisa. Aguardem...



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 19h37
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   Lan house não é solução para inclusão digital, diz sociólogo

As Lan houses podem colaborar para o processo de digitalização da sociedade, mas não são a solução para a inclusão digital entre a população de baixa renda. É o que afirma o sociólogo e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, Sérgio Amadeu.

Amadeu ressalta o caráter comercial da Lan houses, que seria um impeditivo para a inclusão digital. Segundo ele, nas áreas de predominância das camadas D e E da população “as pessoas não têm o mínimo nem para assegurar a sua sobrevivência, quanto mais para pagar R$ 1 ou R$ 2 para acessar a internet”.

Essa, de acordo com o sociólogo, seria a principal limitação para que as Lan houses participem de forma efetiva do processo de inclusão digital nas camadas mais pobres da sociedade. “Em algumas áreas de classe média baixa ela pode também cumprir um papel de assegurar o acesso, mas está bem distante das possibilidades de criar inserção nas áreas de grande pobreza”, afirma o professor.

“Daí a necessidade de termos programas de inclusão digital que sejam gratuitos, como os telecentros”, afirma Amadeu. Se referindo a espaços comunitários com computadores conectados à internet banda larga, com acesso gratuito para a população local. Além do acesso livre, os telecentros também oferecem oficinas e cursos de informática básica. Tudo funcionando com software livre.

As Lan houses devem ser incentivadas pelo governo, por serem empreendimentos que podem gerar empregos. No entanto, a inclusão digital significa também capacitação do usuário para trabalhar com as ferramentas disponíveis na rede, o que não ocorre numa Lan house.

(Referência - adaptada: www.agenciabrasil.gov.br)

 



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 17h14
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   Desabrigados e cibernéticos

No Japão, até os sem-teto são modernos: eles dormem em cyber cafés

Para viciados em World of Warcraft e cyberpornógrafos, passar a madrugada numa cabine individual de uma Lan house em Tóquio pode soar maravilhas. Com direito ilimitado a refrigerante.

Mas, para as cerca de 5,4 mil pessoas que dormem pelo menos 4 noites por semana em Lan houses japonesas, não é o computador que interessa, e sim a poltrona reclinável. São os net cafe refugees, que compõem um quinto da população sem-teto do Japão.

Dos adultos japoneses entre 25 e 34 anos, 26% viram-se com bicos – novidade trazida pela recessão japonesa e pelas reformas econômicas do ex-primeiro-ministro Junichiro Koizumi.

A maioria continua na casa dos pais, envergonhando aqueles que reconstruíram a economia do país às custas de horas extras. Sair desse ninho é difícil – sem um fiador é quase impossível alugar um apartamento e sem um endereço fixo é impossível ter um emprego formal.

O que sobra são as Lan houses. Muitas têm chuveiros e, algumas, até saletas com tatame, a 100 ienes a hora (equivalente a R$ 1,70). Não há vagas? Vão para um hotel-cápsula, 4 vezes mais caro, e dormem num espaço pouco maior que um caixão. O dinheiro não dá? Vão para uma lanchonete 24 horas e viram McRefugees. A necessidade bateu? Vão para uma sauna ou para uma soapland, onde funcionárias administram uma confortável massagem ensaboada. (Fonte:Revistasuperinteressante. Edição 250 - Março / 2008).

 
 



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 11h16
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   Lan house x Cyber café

Diferentemente de Lan house, Cyber café é um estabelecimento que oferece outros serviços além de acesso à internet. Neste local, pode funcionar um bar ou uma lanchonete. Além disso, as pessoas podem também se reunir com a finalidade de realizar pesquisas escolares e utilizar do ambiente para estudar.

O conceito e o nome - Cybercafé - foi inventado no começo de 1994 por Ivan Pope. Encarregado de desenvolver um evento de internet durante um work-shop artístico no Institute of Contemporary Arts de Londres, Pope criou um conceito de café com acesso à internet nas mesas.

Na Europa os primeiros Ciber-cafés foram abertos em Londres, em 1994. O primeiro de todos foi o Café Cyberia, que iniciou suas atividades em 1 de setembro daquele ano, numa idéia pioneira de Eva Pascoe. Segundo esta declarou, a proposta veio amadurecendo desde os inícios dos anos 90, quando passava muito tempo longe de sua família, quando preparava sua tese de de doutorado. Naquela época, ela era uma das poucas pessoas no mundo com acesso a uma conta de correio eletrônico, serviço puramente acadêmico, naqueles tempos - além do elevado custo com as ligações telefônicas para poder ficar conectada. Foi assim que, estando num café próximo à universidade, imaginou que seria agradável poder acessar de um lugar como aquele, enquanto saía da rotina habitual.

(Fonte: www.wikipedia.com)



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 08h19
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   CORUJÃO

“Corujão” é um pacote de horas que vai da meia-noite até às seis da manhã com tarifa única. Esse é um dos grandes atrativos para jogadores, principalmente adolescentes, que passam a madrugada se desafiando em jogos como o Counter Strike, game de polícia versus terroristas.

Muitos jovens, com média de 17 anos, chegam a passar dias em uma Lan house e gastam seu dinheiro com salgadinhos, chocolates e refrigerantes que garantem sua sobrevivência durante o tempo em que ficam longe de casa. Eles dormem por poucas horas e ainda na frente do computador. E é assim, entre um clique e outro que se relacionam com o mundo.

Nem a notícia de que um homem morreu na China depois de uma maratona virtual de três dias em uma Lan house** (onde aparentemente a maioria dos jogos de internet acontece na Ásia), em 2007, abalam esse tipo de usuário. Inclusive depois do acontecimento, a China aprovou leis rígidas para limitar o acesso a Lan houses.

Nós encontramos uma reportagem que descreve com mais detalhes a vida desses jovens que trocam seus lares por dias na frente de um computador. Segue o link: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/09/21/ult23u583.jhtm

**http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/092007/17092007-18.shl



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 21h01
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   Dez mandamentos para usuários de Lan Houses

 

 

Ao contrário do Computador Pessoal (PC), usuário não controla segurança de máquinas públicas. 

Quando se fala em segurança no uso de computadores domésticos, não faltam conselhos sobre como protegê-los dos piratas virtuais. Essas dicas, no entanto, têm pouco valor quando os internautas utilizam máquinas públicas - como as de LAN houses -, já que o internauta não tem qualquer controle sobre elas. Além disso, não há como o usuário ter garantias sobre o sistema de segurança desses computadores.

Por isso, nem pense em fazer compras ou acessar o banco via internet nessas máquinas. Se isso acontecer, são grandes as chances de seus dados financeiros pararem na mão de pessoas mal-intencionadas. Confira, abaixo, outras dicas para não ter surpresas desagradáveis ao usar computadores públicos:

1) Nunca acesse sua conta bancária via computadores públicos.

2) Não faça compras on-line ou outras transações que exijam seus dados financeiros.

3) Não escreva mensagens (de e-mail ou via messenger) com informações sigilosas, como dados do cartão de crédito.

4) Nunca opte pela alternativa “salvar senhas”, disponível em webmails e redes sociais.

5) Se você é usuário de computadores públicos, troque suas senhas com maior freqüência (semanalmente, por exemplo).

6) Faça o log off da página por onde navegou. Ou seja: clique sempre em “sair” antes de abandonar o serviço de e-mail, o Orkut, o messenger ou outro serviço que exija senha.

7) Não use informações armazenadas na máquina; digite sempre o endereço do site que deseja visitar.

8) Fique atento ao visual das páginas que pedem sua senha; se a aparência for estranha, pode se tratar de um site fraudulento criado por piratas virtuais.

9) Fique atento aos arquivos criados ou salvos nessas máquinas. Se enviá-los via e-mail para sua máquina pessoal, passe o antivírus para certificar-se que eles não estão infectados.

10) Evite clicar em links sugeridos por desconhecidos ou visitar páginas possivelmente fraudulentas. Se todos os usuários tiverem esses cuidados, os riscos no uso de computadores públicos diminuem.

Todo cuidado é pouco. Portanto, tenha bastante atenção ao usar um computador em uma Lan House.

(Referência - adaptada:
www.globo.com/g1)



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 14h30
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   Expansão do mercado

Ao sairmos à rua é muito comum nos depararmos com várias lan houses a poucos metros uma da outra. O Brasil assiste a um boom desses estabelecimentos comerciais. Segundo estimativas, hoje há entre três mil e quatro mil lan houses no País.

Até meados de 2002, eram 700, o que indica uma expansão de quase 400% em apenas um ano. O segmento emprega algo em torno de 12 mil pessoas e movimenta quase R$ 500 milhões por ano.

Existe até uma consultoria, a LanHousing, especializada em ajudar as pessoas a abrirem lan houses. A consultoria oferece estudos de mercado, indica os melhores bairros, vende o equipamento necessário e simula o investimento e o retorno que pode ser obtido em um novo empreendimento deste tipo. Fundada há dois anos por quatro jovens, a LanHousing tem hoje um faturamento de até R$ 120 mil por mês. "Temos clientes em várias partes do País e há uma procura muito grande por este serviço", diz Ioram Cejkinski, de 23 anos, que é um dos sócios.
Segundo Cejkinski, as lan houses brasileiras nasceram em bairros de alto poder aquisitivo, mas têm grande potencial nas regiões com população de classe C. "Tivemos um excelente retorno em bairros mais pobres”.
De acordo com a LanHousing, a indústria de jogos eletrônicos no mundo movimenta US$ 20 bilhões por ano, incluindo desde a criação de novas tecnologias até a venda e o faturamento das lan houses.

Na Coréia do Sul, o berço das lan houses, o governo fez um estudo para descobrir o impacto da nova tendência na sociedade. A pesquisa concluiu que as lan houses ajudavam a reduzir a exclusão digital, colocando os jovens em contato com a internet. "Como as lan houses precisam de banda larga, a rede de fibra ótica cresceu em todo o país, facilitando o acesso à internet", explica Chun.
Desde então o governo sul-coreano passou a oferecer incentivos para a abertura de novas casas. Entre 1994 e 2000, 22 mil novas lojas abriram por lá. O boom trouxe um novo dinamismo à economia, gerando empregos e fazendo surgir até cursos superiores para desenvolvedores de games. Estes são até mesmo dispensados do serviço militar obrigatório.

A moda já pegou. O mercado das lan houses está em amplo desenvolvimento. Portanto, quem deseja investir nesse ramo, provavelmente terá bons resultados.

Divulguem nosso blog. De casa, do trabalho ou (por que não?) da lan house mais próxima a você!!!

(Referência - para mais informações: www.lanhousing.com.br)


Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 18h47
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   O que é uma Lan House?!

A LAN house é caracterizada por um estabelecimento comercial com diversos computadores, conectados em rede. As pessoas pagam para utilizar um computador com acesso à internet e a uma rede local.

O conceito de LAN house foi inicialmente introduzido e difundido na Coréia em 1996 (1998 no Brasil). Utilizando a moderna tecnologia como meio, a LAN house iniciou uma revolução nas opções de entretenimento, permitindo a interação entre dezenas de jogadores através de uma rede local de computadores.

 

(Fonte:Wikipedia - adaptado: www.wikipedia.com)



Escrito por Adriele Melo e Isabela Sales às 12h20
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Aguarde!

Em breve estaremos postando aqui tudo sobre lan houses.



Escrito por Adriele e Isabela às 14h58
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